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sexta-feira, 4 de março de 2011

Uma ponte de 4.580 metros, saindo da margem direita da Via Anchieta, passando pelo cais no bairro do Saboó (em Santos) e chegando à Rodovia Cônego Domenico Rangoni (a Piaçaguera-Guarujá), pela Ilha Barnabé. É com essa proposta, feita pela Ecovias e já aprovada pela Companhia Docas, que o governo Geraldo Alckmin trabalha para fazer uma nova ligação entre Santos e Guarujá. Ecovias Croqui. Ponte, que deve custar R$ 1,2 bilhão, não será estaiada e vai facilitar o transporte de cargas, liberar pistas da Anchieta no trecho urbano e encurtar a viagem de carro ao Guarujá

Eduardo Reina - O Estado de S.PauloEcovias
Ecovias
Croqui. Ponte, que deve custar R$ 1,2 bilhão, não será estaiada e vai facilitar o transporte de cargas, liberar pistas da Anchieta no trecho urbano e encurtar a viagem de carro ao Guarujá
A proposta prevê ainda pedágio na ponte, apesar de seus custos não serem bancados pelo Estado. A Ecovias se propõe a bancar a construção, com valor estimado hoje em R$ 1,2 bilhão. Em troca, obteria a prorrogação da concessão do Sistema Anchieta-Imigrantes em 15 anos, até 2033, conforme apurou o Estado. De acordo com a empresa, a obra poderá ser concluída em um prazo de dois a três anos.
Por enquanto, descarta-se o projeto anterior lançado pelo governador José Serra (PSDB), há um ano, na pré-campanha eleitoral. A ponte também não será estaiada, como se previa anteriormente, para não atrapalhar o acesso ao Aeroporto do Guarujá, que deverá ganhar novas dimensões com a exploração das jazidas de petróleo do pré-sal.
Se aprovada, será a primeira ligação seca entre as duas margens do Porto de Santos. Facilitará o transporte de cargas, vai liberar pistas da Anchieta, no trecho urbano, e acelerar viagens de carro rumo ao Guarujá. A previsão é de que o vão livre central da nova ligação tenha 120 metros de largura. Haverá dois outros vãos, menores, laterais. Também deverão ser construídos aproximadamente 3 km de pistas para acesso à estrutura.
Mais faixas. De acordo com o diretor-superintendente da Ecovias, Humberto Gomes, é necessário aumentar a capacidade dos acessos à Baixada Santista, por causa do crescimento acentuado do Porto de Santos. "A proposta é remodelar o trecho da Anchieta com a Cônego Domenico Rangoni, no km 55, em Cubatão.
 Nesse ponto, o problema é crônico. Seria construída mais uma faixa de cada lado da rodovia até o polo industrial de Cubatão", explica. Haveria 8 km de faixas, 4 em cada sentido, do km 270 ao km 262. "Quando a Artesp (empresa estadual que cuida das concessões) der o sinal verde, já podemos começar essa parte."
Dados da Ecovias mostram que, em 2010, passaram pela Piaçaguera, sentido Guarujá, 6.009.036 veículos de passeio e 3.480.277 ônibus e caminhões. No sentido inverso, o movimento de carros de passeio cai pela metade - 3.136.041 - e o de caminhões cresce - 3.502.028.
Nova marginal. Posteriormente, a proposta é construir uma nova marginal na Anchieta, no trecho urbano, na entrada do Porto de Santos. A nova marginal seria no sentido planalto. Já há uma pista marginal no sentido de Santos. "Assim poderemos separar o tráfego pesado do de veículos leves e também o trânsito local. Os caminhões utilizariam apenas as pistas centrais até chegar ao viaduto para Alemoa", conta Gomes. Pela Anchieta, desceram a Serra do Mar, no ano passado, 2.244.799 de veículos de passeio e 2.717.882 de caminhões e ônibus. Esse volume para no gargalo formado no entroncamento da Piaçaguera, em Cubatão.
Pela proposta da Ecovias, o trânsito sentido Guarujá e também na direção da Rio-Santos ficará mais leve, principalmente nos fins de semana. As duas faixas a serem construídas facilitarão a passagem de caminhões até a ponte. Na sequência, o tráfego pesado chegará ao porto sem usar o lado urbano da Anchieta. Será segregado na faixa central. 

segunda-feira, 15 de junho de 2009

PROJETO Ponte Estaiada ligando a Cidade de Santos e Guarujá




Fwd: FW: Santos - Guarujá / Ponte Estaiada‏

De:Paulo Mello (pcmello49@gmail.com)

Enviada:segunda-feira, 15 de junho de 2009 7:46:23
Para:



PROJETO

Ponte Estaiada ligando a Cidade de Santos e Guarujá

Esta ponte terá início na Avenida Governador Mário Covas Junior, em Santos, até a Avenida Adhemar de Barros, em Guarujá, fará a ligação entre as duas cidades, em substituição às balsas ( balsas serão desativadas ).

A decisão do Governo do Estado foi apresentada ontem pelo secretário de Estado dos Transportes, Mauro Arce, aos Prefeitos João Paulo Tavares Papa e Maria Antonieta de Brito ( ambos do PMDB ), além de secretários dos dois municípios.

A outra alternativa que também constava no estudo encomendado à Companhia Paulista de Desenvolvimento ( CPD ) — a construção de um túnel pré-moldado e submerso no mesmo traçado das balsas — foi totalmente descartada.

Conforme o projeto preliminar, a ponte terá 2,8 quilômetros de extensão total ( sendo a parte estaiada com 800 metros ), e altura máxima ( no centro do canal ) de 70 metros, o que permitiria a passagem de navios.

A estrutura com quatro faixas, ciclovias e calçadas para pedestres terá cerca 20 metros de largura e servirá a veículos de passeios e ônibus intermunicipais. A obra é estimada em R$ 500 milhões e depois de iniciada deve levar 30 meses para ser concluída. Com a ponte pronta, as balsas serão finalmente desativadas.

“ Não é uma ponte para transporte de carga. É uma ponte com um objetivo específico: atender a clientela e demanda que hoje usa a balsa ”, reforçou Arce.

Utilizar a futura estrutura para a passagem de carretas seria “ um desastre, tanto na ( Avenida ) Adhemar de Barros, quanto na Ponta da Praia. É incompatível. Para o transporte pesado, estão sendo estudadas outras alternativas ”.

PROJETO BÁSICO

Agora, o Governo do Estado vai contratar uma empresa, por meio de carta-convite, que fará o projeto básico, interagindo com as duas prefeituras.

“ A idéia inicial é que a gente faça uma PPP ( Parceria Público-Privada ) com cobrança de pedágio igual ao que se paga hoje para a travessia por Ferryboat ”, ou seja, R$ 7,50.

“ Nós esperamos fazer a concessão ainda este ano, estabelecendo o prazo de 30 anos ”.

Pelos cálculos preliminares de custo da obra e de valor de tarifa, o Estado deve arcar com 50% do valor da construção.

Os outros R$ 250 milhões seriam pagos pelos próprios usuários da ponte com o pedágio.

Questionado sobre o valor da tarifa, Arce explicou que é possível optar por uma modalidade que ofereça custo menor.

No entanto, se o usuário for beneficiado com o valor mais baixo, o restante dos contribuintes do Estado é que terão de arcar com uma parcela maior.

Arce deixou claro que ainda não há nada definido neste sentido.

“ Isso a gente vai discutir para ver qual é a melhor solução ”.

A CADA 100 METROS

RAMPA FICARÁ 5 METROS MAIS ELEVADA

Para atingir a altura de 70 metros sobre o canal, a rampa partirá da Avenida Governador Mário Covas Júnior, na altura da Avenida Afonso Pena, em Santos, e terminará na Avenida Adhemar de Barros, na direção do Jardim Helena Maria, em Guarujá.

Nesse sentido, a sugestão é que a ponte tenha inclinação de 5%.

Ou seja: a cada 100 metros, a estrutura fica cinco metros mais alta.

“ Evidente que no projeto definitivo isso pode ser alterado para mais ou para menos ”, explicou o secretário de Transportes do Estado Mauro Arce, já que o projeto apresentado não é a proposta final.

Enquanto o projeto básico é idealizado, as prefeituras terão oportunidade de discutir com o Estado e com a população os impactos da obra nos municípios.

Arce foi bastante claro ao classificar o lado de Guarujá como o ponto mais crítico e que “ precisa ser bastante discutido ”.

Uma vez definida nas duas cidades os acessos, será necessário verificar a questão ambiental, com o envolvimento do Ibama, secretarias de Meio Ambiente, Porto e Marinha.

“ O importante é a gente contemplar neste projeto obras arquitetônicas para que a ponte não seja um problema e sim uma solução ”.

Questionado sobre possíveis desapropriações que seriam necessárias para a obra e se esse custo ficaria por conta das prefeituras, Arce disse apenas que ainda está discutindo com as cidades, assim como outros detalhes da construção.

PREFEITOS

Para o Prefeito de Santos, João Paulo Tavares Papa ( PMDB ), a alternativa apresentada pelo Estado foi acertada. Demonstrando satisfação, o chefe do Executivo foi taxativo: “ Eu sempre defendi que a ligação entre as duas cidades fosse feita por ponte e não por túnel ”.

Papa reforçou que ainda há muito trabalho pela frente e que é preciso definir os acessos que provoquem menos impacto no meio urbano.

Já a prefeita Maria Antonieta de Brito ( PMDB ), apesar de bastante satisfeita com a proposta apresentada, mostrou estar consciente de que a obra será mais impactante para Guarujá. Tanto que ela se reuniu na semana passada com os comerciantes da Avenida Adhemar de Barros, mesmo antes da definição entre ponte ou túnel. “ Eles reagiram bem e com otimismo ”.

Antonieta deve voltar a se reunir com a população, antes que o projeto básico fique pronto. Ela e Papa ressaltaram a beleza da estrutura que funcionaria como um cartão-postal, com resultados positivos para o turismo.

Agora, as prefeituras devem iniciar estudos de adequação dos sistemas viários dos dois municípios para atender à logística dos acessos à ponte.

sábado, 30 de maio de 2009

EFEITO COLATERAL

A PONTE GUARUJÁ-SANTOS E SEUS EFEITOS

Toda a mídia anunciou a Ponte ligando Santos ao Guarujá. Meu primeiro questionamento ufanista é porque não Ponte Guarujá-Santos??? 

Ora amigos a questão é óbvia, somos muito melhores e significantes que Santos, nossas Praias são melhores, nossa culinária representada por dezenas de restaurantes é mais completa, o Iate Clube de Santos com suas milhonárias embarcações estão no Guarujá, a Base Aérea de Santos e futuro Aeroporto da Baixada Santista está no Guarujá, nossa imprensa e jornais são em maior numero, confortáveis Hotéis, condominios milionários como o Jd. Acapulco e a Penisula, complexo Jequitimar e principalmente, os endinheirados não vão a Santos, eles acabam domiciliando-se no Guarujá como nosso Ronaldo Gorduxo, Lula, Pelé, Abilio Diniz, Gugu Liberato, etc.....

Portanto "a césar o que é de césar", a Ponte é nossa, o Secretário Estadual de Transportes deve vir ao Guarujá discutir os detalhes e não a Santos, bem como o Prefeito Papa e sua comitiva.

O grande problema da magnifica obra são os efeitos colaterais que ela vai trazer com o Projeto original, com uma ascendência de 1,7 Km ela transformaria o bairro da Santa Rosa, Funchal, e arredores em uma área coberta pela Ponte. O comércio também com calafrios calcula seus prejuizos.

Vamos racionalizar, admita-se a mudança e reestruturação do projeto para a proximidade da Dow Quimica, qual seria o impacto da retirada e desativação do Ferry-Boat??? O comércio não seria afetado devido a mudança da entrada da cidade???

Este são alguns efeitos do progresso, já vimos muitos filmes similares como a extinção da máquina de escrever, telex, fita cassete, pagers, video-cassete, fac-simile, filmes fotográficos, projetores de slides, etc...

Os avanços do progresso são inevitáveis e a Ponte Guarujá-Santos irá trazer mudanças significativas para a Ilha de Santo Amaro, mudanças que trarão muitas melhoras e sem duvida alguma muito prejuizo, principalmente para as pessoas que prezam a tranquilidade urbana como trânsito, praias e calçadas do Guarujá.

Manoel Antonio Vergara
Consultor Fiscal Público

sábado, 11 de abril de 2009

Breve passeio pela Praia da Enseada-Sábado, 11 de maio de 2009

Clique na foto para ampliar
Breve passeio na Praia da Enseada mostra as irregularidades e ilegalidades que tornam o Guarujá uma cidade suja,sem regras,cheia de buracos e lixo por toda parte.
Falta fiscalização e falta uma satisfação aos contribuintes o que é feito com o dinheiro pago por um dos maiores IPTUS do Brasil.
Os proprietários de imóveis, contribuintes, devem se organizar para agir e nossa comunidade SOS Guarujá está pronta para isso.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Farid Madi. Relembrando a entrevista de abril de 2.009 ao jornalista Augusto Capodicasa














                                                                                                                             Augusto Capodicasa


Quem assistiu à entrevista que o ex prefeito Farid Madi deu no dia 10 de abril ao Augusto Capodicasa, na TV Santa Cecília, ficou sem entender como um prefeito tão bom, que fez tantas obras, ajudou tanta gente, campeão nas urnas,tendo derrotado antes  vários políticos conhecidos e “apoiados” pelo ex bom de voto e ex bom de grana, São Maurici, injustiçado e perseguido por dezenas de inimigos e centenas de ações, propostas por pessoas com inconfessáveis desejos de prejudicar a cidade, foi derrotado nas urnas, em primeiro turno, por quem ele menos imaginava.


 Resposta:- Por ele mesmo.

                     Tal foi a “candura” das palavras e expressões fisionômicas de Farid Madi no confessionário do Augusto Capo di Casa, que sou obrigado a concordar com os que o indicariam para um Big Brother. 

Ele é mais que um ator. 

Estivesse em busca de mais um premio, esse de um milhão de reais, certamente teria sido contatado pela Globo, teria enfrentado todos os paredões, teria derrotado todos os brothers e conquistado todas as sisters.

Infelizmente, para   ele, teria perdido o premio, como perdeu a eleição. 

Não teria sido uma vitória de uma concorrente, mas a sua própria derrota, impingida pelos que não acreditariam na sua estória. 

Os eleitores do Guarujá não acreditaram nas histórias que ele contou, nos quatro anos do seu governo e preferiram errar com qualquer outro.

Não vou creditar ao Farid Madi nenhum dos grandes problemas que o Guarujá passa nos dias de hoje. São problemas que se acumulam pelo menos nos últimos 20 anos.

Acredito até que Farid Madi tenha feito mais obras do que os últimos prefeitos. Nenhum deles fez nada!

É voz corrente de que o último prefeito que fez obras no Guarujá foi Jayme Daige. 
Não só o último como único. Os demais, todos juntos, não construíram dez por cento do que fez Jaime Dayge, que continua por aí para contar uma verdadeira história.

Farid Madi errou mais na escolha de seus assessores do que em qualquer outra coisa. 
Foi blindado por incompetentes, que impediram que ele percebesse quão fragorosa seria a sua humilhante derrota.

Mas foi derrotado também pelo populismo bobo de achar que são os pobres, os quiosqueiros e ambulantes que elegem os políticos.
Esse tempo já passou. 
Quem elege e elegeu muitos dos vereadores, no quadriênio do seu governo foi a compra de votos na boca de urna.

Quem elege hoje os prefeitos da maioria das cidades é o dinheiro dos empreiteiros, donos de viação e donos de empresas de lixo.
Quiosqueiros, ambulantes e outros apaniguados são uns poucos milhares, que já se decepcionaram com as promessas não cumpridas pelos políticos e preferem, alguns,  R$ 30,00 a R$ 100,00 no dia das eleições, na boca da urna.
Políticos espertos sabem avaliar quais são as 
castas que dão votos e aquelas que lhes compram os votos. 

O povão sabe que não adianta mais ficar esperando emprego de político porque essas vagas são poucas(não mais que 12 por vereador) e são para quem entrou com o dinheiro e a troca de favores nas eleições.

Farid Madi vai precisar mudar seu discurso, se quiser tentar ganhar mais alguma eleição e não vai  ser choramingando no programa do Augusto e dizendo que qiosqueiro também é gente.

 Também é gente! Isso a gente sabe! Mas é só isso!